O selo Amazon

Fonte: Portugal Textil

A Amazon já tem a lealdade de 100 milhões de membros do serviço de subscrição Prime – mas não basta. Agora, a plataforma de comércio electrónico quer aproximar-se dos 68% de americanos que têm animais de estimação, em mais uma atualização ao seu portefólio de marcas.

A marca de ração Wag, lançada recentemente pela Amazon, é a primeira investida da gigante online no segmento, depois de a linha de transportadoras de animais de estimação da marca AmazonBasics ter arrecadado 2 milhões de dólares em vendas no ano passado (aproximadamente 1,7 milhões de euros), de acordo com um relatório da One Click Retail, citado pela Forbes.

A Wag não está, contudo, sozinha – vem juntar-se às 80 marcas próprias no portefólio da Amazon. A consultora Nielsen estima que as marcas próprias tenham sido responsáveis por um em cada cinco artigos vendidos nos supermercados norte-americanos em 2016, totalizando 150 mil milhões de dólares em vendas, numa altura em que os consumidores já não têm o estigma de comprar marcas “brancas”

As marcas do retalho

Na atual economia de consumo, caracterizada por consumidores confrontados com um vasto leque de opções na maioria das categorias de produtos, as marcas próprias vieram facilitar o processo de seleção.

Os consumidores já confiavam na retalhista há vários anos e acabaram por estender essa confiança às marcas próprias que coloca nas suas prateleiras. A par disso, muitos consumidores já reconheceram que os produtos de marca própria são atualmente produzidos pelas mesmas empresas envolvidas nas cadeias de aprovisionamento de marcas de renome e cumprem idênticos padrões de qualidade.

É precisamente por isso que o Cadent Consulting Group prevê que as marcas próprias «venham a roubar» até 64 mil milhões de dólares ao mercado nos próximos 10 anos, passando dos 17,7% do mercado em 2017 para os 25,7% em 2027.

Um relatório recente da Gartner L2 retrata, mais aprofundadamente, a ambiciosa estratégia de marca própria da Amazon, liderada pelas marcas de vestuário, calçado e joalharia – que representam 86% da oferta da plataforma no segmento. O relatório da Gartner L2 revelou também que a AmazonBasics é a grande vencedora dentro dos negócios de marca própria da retalhista online.

No final de abril, a Amazon superou as estimativas do mercado, revelando que, no primeiro trimestre, as vendas aumentaram 43%, para os 51 mil milhões de dólares. As ações da Amazon subiram 7% e atingiram um recorde, depois de a retalhista afirmar que, no período, os lucros mais do que duplicaram, de 724 milhões de dólares para 1,6 mil milhões.

As vendas líquidas na América do Norte foram as que mais impressionaram os analistas, com uma escalada de 46%, para os 30,7 mil milhões de dólares. As receitas internacionais cresceram 34%, para os 14,9 mil milhões de dólares, embora a Amazon continue com prejuízos no exterior.

Os resultados foram divulgados depois de a Amazon revelar que o serviço de subscrição Prime tinha alcançado os 100 milhões de membros.

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