Quando a indústria vira varejo: o caso das lavanderias Tide.

Fonte: Brazil Journal – Por Mariana Barbosa

Ter uma máquina de lavar dentro de casa não é exatamente uma aspiração das novas gerações. Por isso, a Tide – a líder global em sabão para lavar roupas – resolveu apostar no consumo fora de casa, com a criação da rede Tide Cleaners.

A marca da Procter & Gamble começou a experimentar com o negócio de lavanderias em 2010. Desde então, já são 125 lojas franqueadas, de mais de 700 pontos de coleta em pontos comerciais e quiosques em 20 campus universitários, onde clientes acionam o serviço pela internet depois recolhem tudo lavado e passado.

Agora, a empresa está dobrando a aposta no projeto, que nasceu como parte de uma estratégia de marketing: o plano é alcançar 2.000 pontos de coleta até o fim do ano que vem.

Os formatos incluem desde lojas tradicionais franqueadas a armários que funcionarão como pontos de coleta em condomínios, supermercados e escolas.

A Tide vem experimentando diferentes formas de dialogar com o consumidor, incluindo seu serviços de assinatura, o Tide Wash Club.

O mercado potencial para a Tide é enorme: a Procter estima que 26 milhões de lares americanos lavam sua roupa fora de casa, seja usando as maquinas compartilhadas, seja as lavanderias tradicionais.

A Procter, que também é dona das marcas Ariel e Downy, lidera o mercado global de detergente de roupas com 26% de share, à frente de Unilever e Henkel.

Com muita roupa suja pra lavar, esse mercado movimenta US$ 49 bilhões.

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