Marca própria significa economia no bolso

Marca própria significa economia no bolso

02/06/2016
Fonte: Diário da Região (São José do Rio Preto)

Em épocas de racionalização do consumo, as marcas próprias consolidam seu papel de grande aliado dos consumidores. Em geral, esses produtos significam uma economia entre 15% e 20% no preço, segundo a presidente da ABMAPRO (Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização), Neide Montesano. “A maior penetração dos itens de marca própria no Brasil se deve à classe C, mais atingida pela crise, e que migra para produtos que cumprem com a qualidade e que ainda permitem economizar”, afirma.

No Brasil, o número de produtos de marca própria está na casa dos 60 mil em diferentes segmentos, desde supermercados, a confecções, construção civil e até farmácias. O que se observa também é um aumento na percepção positiva sobre as marcas, com consumidores mais confiantes em sua qualidade.

Não há pesquisas sobre a participação desses produtos no mercado, mas Neide confirma o investimento do varejo na construção de marcas. “É um despertar que vem nascendo no Brasil e que permite o aumento da rentabilidade da rede e fidelização do cliente”, afirma. Como exemplo, ela cita a Taeq, do grupo Pão de Açúcar, marca própria está entre as mais valiosas do Brasil, na 49ª posição, com US$ 78 milhões.

Pesquisa

Na pesquisa desta quinta-feira, o Diário levantou os preços de alguns itens de marcas próprias encontrados em seis supermercados de Rio Preto: três hipermercados, um atacarejo e dois supermercados regionais. A publicação é de itens encontrados na loja, com os preços de similares de marcas tradicionais. As cestas de marcas próprias tiveram preços inferiores nos seis levantamentos feitos. A aposentada Inês Tapparo do Nascimento conta que, por conta dos altos preços de alguns produtos, tem optado por marcas mais baratas e de promoção. “As marcas próprias de alguns supermercados têm sido uma alternativa, já que a qualidade do produto é muito boa e o preço chega a ser de R$ 5 a R$ 6 mais barato, como no caso do arroz”, disse. Além desse item, ela também tem comprado feijão e azeite extra virgem.

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